Na fratura do acetábulo, em relação à medida do arco acetabular (ângulo de MATTA) podemos afirmar que
- deve ser avaliada em radiografias com tração.
- a parede posterior deve ser avaliada em separado.
- medidas maiores que 45º indicam tratamento cirúrgico.
- está indicada para avaliar fraturas de ambas as colunas.
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Conceito-chave
O arco do teto de Matta estima quanto acetábulo intacto permanece para conter a cabeça. A parede posterior precisa ser avaliada separadamente, alternativa B, porque sua estabilidade não é decidida por esse ângulo.
A medida usa uma vertical pelo centro da cabeça e outra linha até o ponto em que a fratura chega à superfície articular. Deve ser feita sem tração, com redução concêntrica, no AP e nas duas oblíquas. Um arco maior significa mais teto preservado, e não maior necessidade de cirurgia (Rockwood, 10ª ed., cap. 51, “O teto e o arco de Matta”).
O método tem limites anatômicos. Em ambas as colunas, não resta superfície articular ligada ao ílio intacto para aplicar a lógica do arco; avalia-se congruência secundária. Na parede posterior, o exame dinâmico sob anestesia testa a capacidade de conter a cabeça.
Os critérios de Vrahas ainda distinguem os arcos: medial maior que 45 graus, anterior maior que 25 e posterior maior que 70. Isso evita transformar os antigos 45 graus iguais em uma regra para qualquer padrão.
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