A causa mais comum de rigidez após uma fratura na cabeça do rádio é a
- contratura capsular.
- fragmentação óssea.
- ossificação heterotópica.
- proeminência de material de síntese.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
Rigidez descreve perda de movimento, mas não identifica sua causa. Depois da fratura da cabeça do rádio, o resumo aponta a contratura capsular como causa mais frequente. A cápsula perde a capacidade de acompanhar o arco normal e passa a limitar o movimento, mesmo quando não existe uma grande barreira óssea visível.
Há também causas mecânicas: fragmentos retidos, material saliente e ossificação heterotópica podem bloquear ou dificultar o movimento. Todas são possibilidades relevantes, mas sua existência não as torna mais frequentes que a contratura. A pergunta compara causas de uma sequela, não pede uma complicação que seja impossível.
É útil distinguir esse problema da decisão inicial de uma Mason II. No trauma agudo, investiga-se se a rotação está limitada apenas por dor ou por fragmento interposto. Na recuperação, uma limitação persistente pode resultar de contratura, ainda que o impedimento inicial não fosse ósseo. O momento e o mecanismo da restrição mudam a investigação.
O tratamento busca recuperar movimento sem piorar uma articulação instável. O resumo cita alongamento orientado e órteses estáticas progressivas para a rigidez estabelecida; se não forem suficientes, pode ser necessária liberação aberta ou artroscópica. Isso não equivale a recomendar alongamento forçado indiscriminado na fase aguda.
Leia “Complicações” da fratura da cabeça radial, na Biblioteca, e compare com “Exame: dor ou bloqueio?”. As duas seções ajudam a separar dor, barreira física e contratura, evitando dar a mesma explicação a toda perda de arco.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo