Na fratura subtrocanteriana, a classificação de RUSSEL-TAYLOR tem como foco o desvio do traço de fratura com extensão para
- fossa piriforme e envolvimento do grande trocanter.
- diáfise femoral e envolvimento do grande trocanter.
- fossa piriforme e envolvimento do pequeno trocanter.
- diáfise femoral e envolvimento do pequeno trocanter.
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Conceito-chave
Russell e Taylor classificaram a fratura subtrocantérica para orientar a escolha do implante, numa época de hastes com entrada pela fossa piriforme. Os dois critérios:
extensão para a fossa piriforme: define se o ponto de entrada da haste está íntegro;
tipo I: a fossa piriforme está íntegra, e a haste pode ser usada;
tipo II: o traço chega à fossa piriforme, e a haste convencional não serve;
envolvimento do trocânter menor: define o suporte medial:
A: trocânter menor íntegro;
B: trocânter menor fraturado, com perda do apoio medial.
Hoje: com as hastes de entrada trocantérica (cefalomedulares), a importância da fossa piriforme diminuiu, mas o suporte medial continua decisivo para evitar o varo.
Na prova: a classificação de Russell-Taylor considera a extensão para a fossa piriforme e o envolvimento do pequeno trocânter.
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