Na dissociação escapulotorácica, o diagnóstico radiográfico é confirmado quando a distância entre a margem medial da escápula e a coluna vertebral for
- 0,5 vez maior que a distância contralateral.
- 1,5 vez maior que a distância contralateral.
- 2,0 vezes maior que a distância contralateral.
- 2,5 vezes maior que a distância contralateral.
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Conceito-chave
A dissociação escapulotorácica é uma "amputação interna": a escápula é arrancada lateralmente da parede do tórax por um trauma de alta energia, com a pele intacta.
As lesões associadas:
avulsão do plexo braquial, muitas vezes completa;
lesão da artéria subclávia ou axilar;
fratura da clavícula, luxação acromioclavicular ou esternoclavicular.
O diagnóstico na radiografia: na radiografia de tórax bem centrada, mede-se a distância entre a borda medial da escápula e os processos espinhosos dos dois lados (índice escapular). A escápula do lado lesado fica lateralizada: uma distância mais de 1,5 vez maior que a do lado oposto confirma a dissociação.
O prognóstico: mortalidade de cerca de 10%; o membro fica sem função em cerca de metade dos casos, pela avulsão do plexo. Com plexo totalmente avulsionado e lesão vascular, considera-se a amputação precoce.
Na prova: a dissociação escapulotorácica é confirmada com distância 1,5 vez maior que a contralateral.
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