Feminino, 57 anos, queda de altura sobre o membro superior. A fratura apresentada na imagem é classificada pela AO como tipo

- 11B1.
- 11B2.
- 11C1.
- 11C2.
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Conceito-chave
As radiografias mostram uma fratura do colo cirúrgico sem impacção, associada a fragmento do tubérculo maior. Na AO/OTA clássica, essa combinação é 11B2, alternativa B.
O prefixo 11 identifica úmero proximal. A letra separa um padrão extra-articular unifocal (A), extra-articular bifocal (B) e articular (C). Dentro de B, o ponto que decide entre B1 e B2 é a impacção do colo: B1 é impactado; B2, não impactado, com um tubérculo desviado (Rockwood, 10ª ed., cap. 36, “AO/OTA: o número 11 e as três letras”).
“Articular” aqui não significa apenas fratura perto da articulação. Os grupos C apresentados no resumo envolvem cabeça ou colo anatômico. Não se deve trocar B2 por C apenas porque a fratura é proximal e está desviada.
| Grupo clássico | Padrão do resumo |
|---|---|
| 11B1 | Colo cirúrgico impactado e um tubérculo desviado |
| 11B2 | Colo cirúrgico não impactado e um tubérculo desviado |
| 11C1 | Colo anatômico pouco desviado |
| 11C2 | Colo anatômico muito desviado |
A versão de 2018 foi simplificada; esta questão usa os subgrupos clássicos. A classificação organiza o padrão, mas o tratamento ainda exige avaliar osso, paciente e reconstrução.
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