Na fratura de extremidade distal do fêmur, a complicação mais comum é
- A pseudoartrose
- A perda de movimento do joelho
- O encurtamento maior que 5mm
- A deformidade angular maior que 5 graus
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Conceito-chave
A fratura do fêmur distal fica junto ao quadríceps e ao recesso suprapatelar. O hematoma, a cirurgia e a imobilização favorecem aderências entre o músculo e o osso.
A complicação mais comum: a perda de movimento do joelho, sobretudo da flexão. As aderências do quadríceps e a lesão articular nas fraturas intra-articulares limitam a mobilidade.
A prevenção: fixação estável que permita mobilização precoce do joelho.
As outras complicações: a pseudartrose é menos frequente (mais comum com placa lateral rígida e cominução medial); a consolidação viciosa angular ou com encurtamento acontece, mas pequenas diferenças (encurtamento ou angulação de poucos milímetros e graus) têm pouca repercussão; a infecção é rara.
O tratamento: placa bloqueada lateral ou haste retrógrada; dupla placa na cominução medial ou no idoso; parafusos de anterior para posterior na fratura de Hoffa.
Na prova: a complicação mais comum da fratura do fêmur distal é a perda de movimento do joelho.
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