O tratamento ideal para a fixação cirúrgica da fratura da diáfise do fêmur, pelo princípio da estabilidade relativa, é
- haste fresada
- fixador externo
- haste sem fresar
- placa percutânea
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Conceito-chave
Na fratura diafisária do fêmur do adulto, o tratamento preferencial descrito é a haste intramedular fresada e com bloqueio estático. O princípio de estabilidade relativa não exige encaixar anatomicamente cada fragmento do foco; exige uma montagem capaz de manter comprimento, alinhamento e rotação enquanto a fratura consolida.
Imagine a haste percorrendo o canal dos segmentos principal proximal e distal. Na região do istmo, onde o canal é estreito, o contato ajuda a orientar a redução. Fora do istmo, a haste ocupa menos o espaço disponível e o controle da deformidade pode ser mais difícil. O bloqueio fixa a relação dos segmentos com a haste e é recomendado de rotina pelo capítulo. Assim, “colocar uma haste” não substitui conferir redução e dimensões do membro (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 57, “Anatomia aplicada”, “Fresagem” e “Comprimento e rotação”).
Por que fresar se isso interrompe parte da circulação medular? O resumo descreve uma queda transitória do fluxo endosteal, acompanhada de aumento da circulação periosteal e depósito de material fresado no foco. A fresagem também permite uma haste maior. O resultado clínico citado favorece essa combinação: no estudo canadense, pseudartrose de 1,7% com fresagem e 7,5% sem, com risco relativo relatado de 4,5 para a não fresada. Uma agressão vascular inicial não pode ser interpretada isoladamente como prova de pior consolidação.
Isso não significa introduzir uma haste definitiva antes de reanimar todo politraumatizado. O capítulo recomenda fixação precoce apropriada, condicionada à recuperação fisiológica; instabilidade clínica, contaminação importante e lesão vascular podem exigir controle de dano. Também é preciso que o canal seja utilizável. A opção preferencial responde ao cenário geral da questão, sem apagar essas exceções.
Fixador e placa também podem produzir estabilidade relativa, mas o nome do princípio não torna todos os métodos igualmente indicados para toda diáfise. O fixador tem papel especialmente provisório; a placa é importante quando o canal ou as lesões associadas impedem ou desfavorecem a haste. O resumo da Biblioteca explica essas escolhas junto das consequências de cada montagem.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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