A fratura por estresse com desvio superior a 2mm, segundo KAEDING-MILLER, é classificada como grau
- I
- II
- III
- IV
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Conceito-chave
O traço já existe e os fragmentos se deslocaram mais de 2 mm. Na classificação de Kaeding-Miller, isso corresponde ao grau IV. A classificação combina sintomas e imagem para distinguir reação inicial, fratura estabelecida e falha de consolidação.
Os graus I e II têm sinais de lesão por estresse sem traço; a dor diferencia o II do I. No grau III já há um traço, mas sem desvio. O IV acrescenta o deslocamento maior que 2 mm; o V corresponde a pseudartrose. Assim, o salto de III para IV é uma mudança estrutural, e não simplesmente uma dor mais intensa (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 24, “A classificação”).
O sítio informa o risco e o grau informa o dano acumulado. No algoritmo apresentado, fraturas grau IV seguem para fixação, independentemente de estarem no grupo anatômico de alto ou baixo risco. O resumo da Biblioteca apresenta classificação e algoritmo juntos.
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