Na fratura-luxação de MONTEGGIA no adulto, os piores resultados são esperados para as lesões, segundo BADO, do tipo
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Conceito-chave
O gabarito aponta o tipo II de Bado, o padrão complexo que domina as séries de Monteggia no adulto. A cabeça radial desloca-se para posterior ou posterolateral e pode haver fraturas da própria cabeça e do coronoide. Essas lesões ameaçam a estabilidade e tornam a reconstrução mais exigente que alinhar apenas a diáfise ulnar.
O resumo reúne resultados de autores diferentes. Jupiter encontrou 45% de regulares ou ruins no tipo II; na série de Ring, as nove reoperações foram nesse tipo, e os maus resultados se associaram a redução inadequada da ulna/coronoide, lesão da cabeça e sinostose. Essa combinação explica a resposta II esperada pela prova.
Isso não constitui uma lei universal de prognóstico por numeral. Reynders concentrou desfechos desfavoráveis em II e IV; Reckling teve melhores resultados no I, enquanto Givon encontrou piores resultados no I, sobretudo em equivalentes com fratura radial proximal. O tipo e a série precisam ser interpretados junto da lesão concreta.
Na Biblioteca, leia “Por que a Monteggia do adulto vai mal”. Compare autor e lesões associadas. A lição útil é procurar cabeça radial, coronoide e redução ulnar, sem prometer bom ou mau resultado apenas pelo número de Bado.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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