A Quebra da linha imaginária formada pela borda medial do colo femoral e a borda superior do foramen obturatório na radiografia de bacia em anteroposterior é característica na displasia do desenvolvimento do quadril (DDQ). Essa linha é denominada de:
- Linha de Perkins
- Arco de Menard-Shenton
- Linha de Kline
- Linha de
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Conceito-chave
Linhas radiográficas na displasia do desenvolvimento do quadril. Na radiografia AP da bacia, algumas linhas e ângulos permitem avaliar a posição da cabeça femoral e a forma do acetábulo, mesmo antes da ossificação completa.
| Linha ou ângulo | Como se traça | Achado na DDQ |
|---|---|---|
| Hilgenreiner | Horizontal pelas cartilagens trirradiadas | Referência para os quadrantes |
| Perkins | Vertical pela borda lateral do acetábulo, perpendicular à de Hilgenreiner | Cabeça (ou metáfise) fora do quadrante inferomedial |
| Arco de Shenton (Ménard-Shenton) | Curva contínua da borda medial do colo femoral à borda superior do forame obturatório | Quebrado quando a cabeça sobe e se lateraliza |
| Índice acetabular | Ângulo entre a linha de Hilgenreiner e o teto acetabular | Aumentado (acima de cerca de 30 graus no lactente) |
| Ângulo centro-borda de Wiberg | Crianças maiores e adultos | Diminuído |
Arco de Shenton. No quadril normal, a borda medial do colo femoral e a borda superior do forame obturatório formam um arco contínuo e suave. Quando a cabeça femoral se desloca para cima e para fora (subluxação ou luxação), o arco se quebra.
Linha de Klein. É usada na epifisiólise (deslizamento da epífise femoral proximal): tangente à borda superior do colo na radiografia AP; normalmente corta parte da epífise. Na epifisiólise, a linha não intercepta a epífise (sinal de Trethowan).
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