Segundo o capítulo de polietileno do Callaghan, é correto afirmar que:
- As causas de revisão citadas são luxação em 23%, afrouxamento mecânico em 20% e infecção em 15%.
- O material usado por Charnley em 1958 já era classificado, na época, como ultra-alto peso molecular.
- Entre 1990 e 2002, a proporção de pacientes de 45 a 64 anos caiu de 42% para 28% das primárias.
- O Poly II, reforçado com fibra de carbono, teve sucesso pela maior resistência à propagação de trincas.
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Conceito-chave
Por que o polietileno ainda importa
O capítulo de polietileno começa pelo contexto: são mais de um milhão de artroplastias por ano nos Estados Unidos, e as revisões não param de crescer.
| Causa de revisão do quadril citada | Proporção |
|---|---|
| Luxação | cerca de 23% |
| Afrouxamento mecânico | cerca de 20% |
| Infecção | cerca de 15% |
A osteólise e a instabilidade tardia se ligam principalmente às partículas de desgaste do polietileno convencional.
O paciente mudou
Entre 1990 e 2002, a proporção de pacientes de 45 a 64 anos nas primárias subiu de cerca de 28% para 42%. Pacientes mais jovens e idosos mais ativos vivem mais e exigem mais da prótese, o que aumenta a importância de materiais de baixo desgaste.
Nomenclatura e aditivos
- O polietileno de Charnley, de 1958, era chamado na época de alta densidade. Hoje esse termo é reservado a material de massa molecular muito menor; o de Charnley seria classificado como ultra-alto peso molecular.
- O Poly II, reforçado com fibra de carbono, fracassou: as fibras funcionavam como pontos de início de trinca.
- O estearato de cálcio, outro aditivo, foi encontrado em regiões oxidadas.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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