Sobre as cabeças cerâmicas articuladas com polietileno, segundo Callaghan, é correto afirmar que:
- Aumentam o desgaste do polietileno convencional em comparação com as cabeças metálicas.
- Reduzem de duas a cinco vezes o desgaste do polietileno convencional em relação às metálicas.
- Não protegem o polietileno altamente reticulado, mesmo diante de cabeças metálicas riscadas.
- Na série de Zichner, a revisão com cerâmica sobre polietileno foi cinco vezes a do metal.
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Conceito-chave
Proteger o polietileno
O desgaste do polietileno é a principal causa de osteólise e soltura: as partículas de plástico provocam inflamação que reabsorve o osso ao redor do implante. Trocar a cabeça metálica por uma cerâmica é uma forma de reduzir esse desgaste.
Por que a cerâmica desgasta menos o polietileno
A cerâmica é muito dura e lisa e praticamente não se risca. A cabeça metálica, com o tempo, ganha pequenos riscos (por cimento, osso ou metal) que funcionam como uma lixa sobre o polietileno. Cabeças de alumina retiradas após mais de 20 anos não haviam mudado de diâmetro, forma ou rugosidade.
| Polietileno | Dado |
|---|---|
| Convencional | cerâmica reduz o desgaste de duas a cinco vezes em relação ao metal |
| Convencional (Zichner) | revisão em dez anos caiu para um quinto com cerâmica |
| Convencional (Dahl) | cerca de 0,43 mm com alumina contra 0,93 mm com metal |
| Altamente reticulado (Lee) | em condições abrasivas, cerâmica reduziu o desgaste em 65% a 97% comparada a cabeças metálicas riscadas |
O polietileno reticulado desgasta pouco, mas é mais frágil, e uma cabeça metálica riscada acelera seu desgaste. A cerâmica continua útil nesse cenário.
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