A partir de qual percentual de envolvimento da cabeça femoral pela osteonecrose,o sucesso dos procedimentos cirúrgicos de preservação da cabeça femoral diminuem o índice de sucesso?
- 10%
- 20%
- 30%
- 40%
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Conceito-chave
Na osteonecrose da cabeça do fêmur, uma parte do osso da cabeça morre por falta de sangue. Nos pacientes jovens, tenta-se preservar a cabeça com cirurgias como a descompressão do núcleo (perfurar a cabeça), o enxerto vascularizado de fíbula e as osteotomias que giram a cabeça.
O que decide se essas cirurgias vão funcionar? O melhor preditor é o tamanho da necrose. Para a cabeça não afundar, precisa sobrar osso vivo suficiente para sustentar a área que recebe peso.
Formas de medir o tamanho:
pelo percentual da cabeça acometida, como na classificação de Steinberg: A (menos de 15%), B (15% a 30%) e C (mais de 30%);
pelo ângulo necrótico combinado (Kerboul), que soma os arcos da lesão em dois cortes da ressonância;
pela localização: lesões na parte de dentro da cabeça têm melhor prognóstico que as que ficam na área de carga, do lado de fora.
O ponto de corte prático: lesões pequenas, até cerca de 15% a 20%, têm bom prognóstico. Acima de 30% de acometimento, sobra pouco osso vivo na área de carga, e o sucesso das cirurgias de preservação cai bastante. Nesses casos, a cabeça tende a afundar, e muitas vezes a artroplastia acaba sendo necessária.
Na prova: acima de cerca de 30% de acometimento, os procedimentos de preservação da cabeça femoral funcionam pior.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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