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Questão de Fraturas periprotéticas do quadril (TEOT 2022)

QuadrilFraturas periprotéticas do quadrilTEOT 2022

Na fratura periprotética femoral, a classificação de VANCOUVER fundamenta-se na

  1. idade do paciente e no estoque ósseo.
  2. idade do paciente e no tipo de fixação da prótese.
  3. estabilidade do componente femoral e no estoque ósseo.
  4. estabilidade do componente femoral e no tipo de fixação da prótese.
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Gabarito: C · estabilidade do componente femoral e no estoque ósseo.

Conceito-chave

A classificação de Vancouver é usada para as fraturas do fêmur ao redor de uma prótese de quadril (fraturas periprotéticas). Ela foi feita para orientar o tratamento e responde a três perguntas:

1. Onde está a fratura?

A: na região do trocânter;

B: ao redor da haste ou logo abaixo dela;

C: bem abaixo da ponta da haste.

2. A haste está estável (firme) ou solta?

3. Como está o estoque ósseo, ou seja, a quantidade e a qualidade do osso ao redor?

As respostas definem o tipo e a conduta:

B1: haste firme, osso bom. Faz-se a fixação da fratura (osteossíntese);

B2: haste solta, osso bom. Troca-se a haste por uma mais longa;

B3: haste solta, osso ruim. Troca-se a haste e reconstrói-se o osso, com enxertos ou próteses especiais;

C: a fratura está longe da haste e é tratada como uma fratura independente.

O que não entra na classificação: a idade do paciente e o tipo de fixação da prótese (com ou sem cimento). Uma haste cimentada firme e uma haste sem cimento firme recebem a mesma letra. Esses fatores pesam na escolha do implante, mas não definem o tipo de Vancouver.

Na prova: a classificação de Vancouver se baseia no local da fratura, na estabilidade da haste e no estoque ósseo.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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