A fratura periprotética acetabular de causa traumática, após a artroplastia total do quadril, é classificada por DELLA VALLE e PAPROSKY como tipo
- I
- II
- III
- IV
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Conceito-chave
As fraturas periprotéticas do acetábulo são fraturas do osso da bacia ao redor da taça de uma prótese de quadril. A classificação de Della Valle e Paprosky as organiza conforme quando e como a fratura aconteceu:
Tipo I: durante a cirurgia, ao colocar a taça. Acontece principalmente com taças sem cimento, que são encaixadas sob pressão num leito um pouco menor.
Tipo II: durante a cirurgia, ao retirar uma taça antiga, numa cirurgia de revisão.
Tipo III: depois da cirurgia, causada por um trauma, como uma queda.
Tipo IV: espontânea, sem trauma importante, por osso enfraquecido, por exemplo pela osteólise (perda de osso causada pelas partículas de desgaste da prótese).
Tipo V: descontinuidade pélvica, quando a parte de cima e a parte de baixo da bacia se separam ao nível do acetábulo.
Como se trata: se a taça continua estável e a fratura não desviou, o paciente pode ser acompanhado com carga protegida. Se a taça ficou solta ou a fratura desviou, é preciso revisar a prótese, muitas vezes com placas e componentes especiais.
Fatores de risco: taças muito grandes para o leito preparado, osso osteoporótico e osteólise.
Na prova: a fratura acetabular periprotética de causa traumática é o tipo III de Della Valle e Paprosky.
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