A artrose do quadril secundária à OTTO PELVIS ocorre com maior frequência em
- mulheres, bilateralmente.
- mulheres, unilateralmente.
- homens, bilateralmente.
- homens, unilateralmente.
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Conceito-chave
A pelve de Otto é a protrusão acetabular primária: o fundo do acetábulo (o "soquete" da bacia onde a cabeça do fêmur se encaixa) afunda para dentro da pelve, sem uma doença que explique isso. Ela tem um perfil típico: acomete mulheres, nos dois quadris, e começa ainda na juventude.
Por que leva à artrose? Com a cabeça afundada, o contato fica concentrado no fundo do acetábulo e o quadril perde rotação e abdução (afastar a coxa) bem cedo. A cartilagem se desgasta antes do esperado.
Quando a artrose se instala, o tratamento é a artroplastia, que tem algumas dificuldades próprias nesses pacientes:
o centro de rotação está deslocado para dentro, e o fundo do acetábulo é fino;
a cabeça pode ficar presa dentro da pelve, e às vezes o cirurgião precisa cortar o colo sem conseguir luxar o quadril;
é preciso colocar enxerto ósseo no fundo do acetábulo (geralmente usando a própria cabeça retirada) para trazer a taça de volta à posição normal;
nas protrusões graves, usam-se anéis de reforço.
A protrusão também pode ser secundária, causada por artrite reumatoide, espondiloartrites, doença de Paget, osteomalácia, síndrome de Marfan, trauma ou infecção. Nesses casos, ela pode ser de um lado só e não tem preferência pelo sexo feminino.
Na prova: a artrose secundária à pelve de Otto é mais frequente em mulheres, nos dois quadris.
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