Na osteotomia de CHIARI do quadril, a complicação hemorrágica mais frequente ocorre por lesão da artéria
- glútea inferior.
- glútea superior.
- circunflexa femoral lateral.
- circunflexa femoral medial.
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Conceito-chave
A osteotomia de Chiari é uma cirurgia da bacia usada em quadris com displasia (acetábulo raso) quando não é mais possível simplesmente girar o acetábulo para cobrir a cabeça. O cirurgião faz um corte no osso ilíaco logo acima do acetábulo e empurra para dentro (medializa) a parte de baixo, onde está a cabeça. Assim, o osso ilíaco de cima passa a funcionar como um teto sobre a cabeça, com a cápsula da articulação entre os dois. Com o tempo, essa cápsula se transforma em um tecido parecido com cartilagem. É considerada uma cirurgia de salvação.
Onde está o perigo? O corte atravessa o ilíaco de fora para dentro e termina na incisura isquiática maior, uma abertura grande na parte de trás da bacia por onde várias estruturas saem da pelve para a nádega. Elas se organizam em relação a um músculo, o piriforme:
acima do piriforme saem a artéria glútea superior e o nervo glúteo superior;
abaixo do piriforme saem a artéria e o nervo glúteos inferiores, o nervo ciático, o nervo pudendo e outros.
Como o corte da Chiari chega justamente à borda de cima da incisura, a estrutura em risco é a artéria glútea superior. Se a serra avança demais, o vaso é cortado e o coto se retrai para dentro da pelve, com um sangramento difícil de controlar. O nervo glúteo superior, que acompanha a artéria, também pode ser lesado, enfraquecendo os músculos abdutores.
Na prova: na osteotomia de Chiari, a lesão hemorrágica mais frequente é da artéria glútea superior.
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