No acesso posterior ao quadril, a estrutura vascular que deve ser preservada para manutenção da viabilidade da cabeça femoral é o ramo
- transverso da artéria circunflexa lateral.
- transverso da artéria circunflexa medial.
- ascendente da artéria circunflexa medial.
- descendente da artéria circunflexa lateral.
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Conceito-chave
A cabeça do fêmur recebe sangue por poucos caminhos, e o principal deles corre justamente pela parte de trás do quadril. Por isso, quem opera pelo acesso posterior precisa conhecer esse vaso.
A principal artéria da cabeça femoral no adulto é o ramo profundo, ou ascendente, da artéria circunflexa femoral medial. Seu trajeto:
ela contorna o fêmur por trás, passando entre o músculo obturador externo e o quadrado femoral;
sobe por trás do colo, ficando atrás do tendão do obturador externo e à frente dos pequenos músculos rotadores (gêmeos e obturador interno);
entra na cápsula na parte de cima e de trás do colo e se divide nos vasos retinaculares, que correm sobre o colo até a cabeça.
Há outras fontes menores: a artéria do ligamento redondo (que vem da obturatória), ramos da circunflexa lateral e da glútea inferior. Mas elas não sustentam a cabeça sozinhas.
Regras para proteger o vaso no acesso posterior:
não soltar o quadrado femoral, porque o vaso corre junto dele;
cortar os rotadores curtos a mais de 1,5 cm de sua inserção no trocânter;
preservar o tendão do obturador externo, que protege o vaso.
Toda a técnica de luxação cirúrgica do quadril de Ganz foi desenhada para preservar essa artéria.
Na prova: no acesso posterior, preserva-se o ramo ascendente (profundo) da circunflexa femoral medial.
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