Na fratura periprotética na imagem a seguir, a melhor forma de tratamento é a osteossíntese interna com:

- uso de enxerto ósseo
- uso de cercalgem isolada
- revisão do componente femoral
- manutenção do componente femoral
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Conceito-chave
Classificação de Vancouver (fratura periprotética do fêmur)
| Tipo | Local | Haste | Tratamento |
|---|---|---|---|
| A (AG/AL) | trocânter maior ou menor | fixa | conservador ou fixação do trocânter |
| B1 | ao redor ou logo abaixo da haste | fixa | osteossíntese (placa + cerclagens) |
| B2 | ao redor da haste | solta, osso bom | revisão com haste longa ± placa |
| B3 | ao redor da haste | solta, osso ruim | revisão com haste longa + enxerto, aloenxerto ou megaprótese |
| C | bem abaixo da haste | fixa | osteossíntese independente da prótese |
As três perguntas
- Onde é o traço?
- A haste está solta?
- Como está o estoque ósseo?
O que a imagem mostra
- Haste desalinhada, migrada e fora do seu leito, com fratura ao redor dela: haste solta.
- Com haste solta, fixar só a fratura reproduz a falha: o problema é a perda de fixação do implante.
Sinais de haste solta
- Afundamento (subsidência), halo radiolucente, fratura do manto de cimento, mudança de posição, dor na coxa antes da queda.
- Na dúvida (B1 ou B2), testar a estabilidade da haste no intraoperatório.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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