Na tíbia vara do adolescente, a hemiepifisiodese lateral da tíbia tem maior risco de falha com
- IMC acima de 45.
- idade abaixo de 12 anos.
- varo leve.
- fise proximal aberta.
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Conceito-chave
A hemiepifisiodese lateral é a opção mais simples para o adolescente com fise aberta, e falha com frequência. Saber quem falha é o que permite escolher.
A técnica. O Tachdjian's Pediatric Orthopaedics, 6ª ed., cap. 18 (Tibia Vara) descreve a epifisiodese lateral aberta por mini-incisão, sob radioscopia, com curetagem da quarta parte periférica da fise (1,5 cm de profundidade) e enxerto local; a percutânea falha mais, por curetagem incompleta. Não se faz epifisiodese da fíbula nesse grupo, a não ser que o crescimento esperado dela passe de 2 cm.
Os resultados. A literatura relata resposta satisfatória em 50% a 87%, mas a instituição do autor teve 66% de falha (necessidade de osteotomia ou desvio do eixo acima de 40 mm). Os fatores de falha foram idade acima de 14 anos, IMC acima de 45 e varo mais grave. A técnica não corrige a torção interna, e feita cedo demais pode hipercorrigir; mas não atrapalha uma osteotomia futura.
As alternativas temporárias. Grampos (BLOUNT e CLARKE, 1949) e placas em banda de tensão funcionam melhor em menores de 11 a 12 anos; nos obesos, as placas quebram mais, e convém usar duas placas, quatro parafusos ou parafusos sólidos de aço.
Por que esta questão foi criada. As provas cobram o tratamento do BLOUNT infantil; o adolescente obeso tem fatores de falha próprios que mudam a escolha.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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