Adolescente tem luxação dorsal da interfalângica proximal, reduzida no campo. Segundo o capítulo, sobre as luxações interfalângicas na criança,
- a dorsal estável fica imobilizada só por 3 a 5 dias e depois esparadrapo ao dedo vizinho; a instável recebe órtese de bloqueio de extensão, ganhando 10 graus por semana até a extensão total em 4 a 5 semanas; a volar exige 4 semanas de órtese em extensão pela banda central
- a imobilização prolongada por várias semanas é a regra na dorsal estável
- a luxação volar é a mais comum e tem ótimo prognóstico
- a lateral pura costuma ser irredutível
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Conceito-chave
Na interfalângica proximal, o inimigo é a rigidez. Por isso a luxação dorsal estável quase não se imobiliza, e a instável se mobiliza dentro de um arco seguro.
Por que é rara. Na criança, os estabilizadores de partes moles são mais fortes que a fise: fratura em vez de luxação. A luxação aparece mais no adolescente (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 8).
Dorsal (a mais comum). Colaterais e placa volar rompidos. Redução: tração, hiperextensão e translação palmar da falange média. Testar o movimento ativo e confirmar no perfil (subluxação residual: um "V" dorsal). Estável: 3 a 5 dias de órtese para conforto, depois esparadrapo ao dedo vizinho; imobilização acima de 1 semana = rigidez.
Dorsal instável. Subluxa na extensão; procurar fratura da base da falange média. Definir o arco estável (em geral da flexão total até cerca de 30 graus), de preferência com fluoroscopia dinâmica. Órtese de bloqueio dorsal com a interfalângica 10 graus aquém da extensão que subluxa; ganhar 10 graus por semana até a extensão total em 4 a 5 semanas. Instável a mais de 30 graus de flexão: em geral com fratura grande da falange média; redução aberta, fixador ou tração dinâmica.
Volar. Incomum, diagnóstico tardio; a cabeça da falange proximal pode herniar entre a banda lateral e o tendão central; resultados piores se não alinhada (lesão da banda central). Redutível: 4 semanas de órtese da interfalângica proximal em extensão (cicatrizar a banda central), com movimento da distal. Instável: fio. Irredutível: aberta dorsal e reparo da banda central.
Lateral. Pura é incomum; lesão grave dos colaterais. Redução fechada sempre funciona; 5 a 7 dias e esparadrapo.
Distal. Dorsal ou lateral; redução fechada e órtese 2 a 3 semanas; irredutível (placa volar, colaterais ou profundo): aberta dorsal.
Por que esta questão foi criada. É uma questão de projeção. A órtese de bloqueio de extensão e a banda central da luxação volar são cobradas.
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