Criança com fratura sem desvio (até 2 mm) e estável da epífise proximal da tíbia. Qual é a conduta descrita no capítulo?
- Tala removível e retorno ambulatorial em 2 semanas
- Gesso inguinopodálico, em geral em extensão, aberto ou acolchoado, com internação para observar circulação e compartimentos
- Fixação percutânea com fios lisos em todos os casos
- Imobilizador de joelho e carga liberada imediatamente
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Conceito-chave
Uma fratura proximal da tíbia estável e sem desvio significativo, até 2 mm, pode receber tratamento conservador. O capítulo descreve gesso inguinopodálico, em geral em extensão, aberto ou acolchoado, associado a observação hospitalar da circulação e dos compartimentos (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 27, tratamento).
“Sem desvio” não equivale a “sem risco”. A fratura que chega alinhada pode ter deslocado mais no momento do trauma, e a poplítea fica presa por estruturas posteriores que limitam sua capacidade de escapar ao deslocamento. Essa anatomia explica por que uma radiografia tranquila não substitui avaliação vascular seriada.
O tratamento conservador é ativo: imobilizar, observar e controlar o alinhamento. O trecho prevê radiografia em uma semana e gesso por 4 a 6 semanas. Se a fratura for redutível mas instável, irredutível ou apresentar outra indicação cirúrgica, a estratégia muda.
O objetivo é preservar a redução sem transformar uma lesão alinhada em motivo para alta sem vigilância. A fixação invasiva também não é automática: estabilidade e desvio ajudam a selecionar quem pode consolidar no gesso.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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