Depois de uma lesão da fise proximal da tíbia, sobretudo após fratura da tuberosidade, a deformidade por distúrbio do crescimento mais comum é
- valgo
- varo
- antecurvato
- recurvato
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Conceito-chave
O distúrbio de crescimento após lesão da fise proximal da tíbia pode ser assimétrico. Quando a região anterior para e a posterior continua crescendo, surge recurvato, uma deformidade no plano sagital com tendência à hiperextensão. É o padrão mais comum descrito depois da lesão fisária, sobretudo da tuberosidade (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 27, complicações do crescimento).
A redução anatômica e a fixação diminuem o risco, mas não garantem que a fise continue funcionando. Por isso, consolidação da fratura e seguimento do crescimento são etapas diferentes. O capítulo orienta radiografias comparadas ao outro lado e avaliação da localização da ponte e do crescimento restante.
É essencial separar essa lesão da fratura metafisária proximal da criança pequena. Esta pode evoluir com o valgo de Cozen, por outro contexto de crescimento. Chamar ambas de “fratura proximal da tíbia” sem identificar fise ou metáfise leva à troca das respostas.
A deformidade deve ser interpretada pela região que deixou de crescer. Parada anterior com crescimento posterior não é uma diferença entre o lado medial e o lateral, portanto não produz, como raciocínio principal, varo ou valgo.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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