Na fratura da fise distal do fêmur, os tipos de SALTER-HARRIS mais frequente e segundo mais frequente são, respectivamente,
- I e II
- II e I
- II e IV
- IV e III
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Conceito-chave
Como cada tipo se forma. No tipo I, o traço atravessa só a fise, sem sair para a metáfise nem para a articulação. No tipo II, o traço percorre parte da fise e sai obliquamente pela metáfise; o canto metafisário que fica preso à epífise é o fragmento de THURSTON HOLLAND, e ele costuma estar do lado da compressão, que também é o lado para onde a epífise desvia. No tipo III, o traço corta parte da fise e desce pela epífise até a articulação, quase sempre separando o côndilo medial. No tipo IV, o traço atravessa metáfise, fise e epífise. O capítulo do Rockwood dá as proporções: tipo II em cerca de 57%, tipo I em cerca de 15%, tipo IV em cerca de 12%, tipo III em cerca de 10% e tipo V em cerca de 3% (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 26, seção Classification).
| Tipo (cap. 26) | Frequência aproximada |
|---|---|
| II | 57% |
| I | 15% |
| IV | 12% |
| III | 10% |
| V | 3% |
Um detalhe que pega: o tipo IV é um pouco mais frequente que o III nessa fise, ao contrário da intuição de que o III seria o intra-articular "clássico".
Por que esta questão foi criada. É gêmea da questão oficial do TARO 2011 sobre o tipo de SALTER-HARRIS mais frequente no descolamento distal do fêmur (`pediatria-0654`), com um passo a mais: a ordem entre os tipos, que a 10ª edição traz em números. Depois desta, vale fazer a oficial.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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