A região anatômica mais frequentemente fraturada na criança é a
- clavícula.
- mão.
- úmero distal.
- rádio distal.
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Conceito-chave
Quando você deixa de perguntar apenas “qual osso?” e passa a localizar o segmento, o rádio distal lidera as fraturas na criança. É a alternativa D. Mão, clavícula e úmero distal também são frequentes, mas vêm depois na lista do capítulo.
A distinção evita comparar coisas diferentes. A tabela de ossos longos agrupa rádio e ulna; a distribuição por região anatômica separa punho, mão, clavícula e cotovelo. Assim, o predomínio do antebraço e a liderança do rádio distal são compatíveis, mas não são respostas intercambiáveis (Rockwood e Wilkins, 10ª ed., cap. 1,“O local anatômico”).
O membro superior recebe cargas nas quedas e na proteção do corpo. Nas crianças, atividades e mecanismos mudam com a idade: antebraço distal tem pico tardio ligado a esporte e equipamentos, enquanto a supracondilar exemplifica pico precoce. Uma lesão ser muito típica de determinada idade não a transforma na mais frequente quando se reúne toda a população pediátrica.
Essa frequência orienta a expectativa clínica, sem dispensar localizar dor e lesão nem permitir excluir outra fratura por ser menos comum.
Por que esta questão foi criada. O ranking por região oferece distratores próximos e ensina a separar segmento anatômico de nome do osso, uma oportunidade de cobrança identificada no capítulo.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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