Entre as fraturas de ossos longos na criança, a distribuição descrita no capítulo mostra predomínio de
- rádio e ulna.
- úmero e fêmur.
- tíbia e fíbula.
- fêmur e tíbia.
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Conceito-chave
Se a pergunta é sobre ossos longos, pense primeiro no antebraço: rádio e ulna representam 59% na tabela resumida pelo capítulo. A alternativa A identifica o grupo que lidera a frequência; não está dizendo qual fratura é mais grave nem qual segmento do rádio foi atingido.
A comparação precisa manter o mesmo denominador. Entre essas fraturas de ossos longos, o úmero participa com 21%, tíbia e fíbula com 15% e fêmur com 5%. São grupos anatômicos mutuamente comparados na mesma tabela, e não percentuais de todas as lesões pediátricas ou de pacientes de um centro de politrauma (Rockwood e Wilkins, 10ª ed., cap. 1,“Os ossos longos”).
Exposição ajuda a entender a distribuição. Nas quedas e atividades recreativas, a criança usa os membros superiores para proteger-se; no playground, barras e estruturas de escalada também os expõem à carga. Isso explica o predomínio sem transformar o antebraço em osso biologicamente fraco. Já o fêmur chama atenção pela energia de certos acidentes, mas gravidade e frequência são perguntas diferentes.
Quando o enunciado pedir o local anatômico mais comum, a resposta fica mais específica: rádio distal. Agrupar rádio e ulna é correto para esta tabela; transportar a mesma dupla para qualquer pergunta sobre sítio de fratura perde essa distinção.
Por que esta questão foi criada. A tabela 1-2 oferece uma comparação objetiva com chance de cobrança, separando frequência e gravidade; não foi localizada questão oficial direta desse capítulo.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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