Durante o tratamento de uma patologia no nível da pelve, foi optado por uma osteotomia pélvica de mudança de forma do acetábulo, segundo Schott e Cunha. Assinale a alternativa que exemplifica uma osteotomia desse tipo.
- Staheli.
- Pemberton.
- Eppright.
- Wagner.
- Salter.
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Conceito-chave
As osteotomias pélvicas parecem uma lista sem fim até serem separadas pelo que fazem com o acetábulo. O Tachdjian as organiza na Tabela 13.5 (cap. 13, p. 461) pela pergunta central: dá para reduzir o quadril de forma concêntrica?
Quando dá, há dois caminhos. As redirecionais mudam a orientação do acetábulo sem mudar sua forma: a SALTER, as triplas, a GANZ e as esféricas (WAGNER, EPPRIGHT, NINOMIYA). As que remodelam mudam o desenho da cavidade: é a PEMBERTON, que a tabela descreve como "reestrutura o acetábulo, com leve redução de volume", e, na mesma linha, a DEGA. O próprio capítulo alerta que elas podem reduzir tanto a cavidade que a cabeça femoral sofre impacto (p. 461).
Quando não dá, a osteotomia é de salvamento: a prateleira de STAHELI e a CHIARI, que cobrem a cabeça com tecido que não é cartilagem articular original (p. 460 e 461).
O enunciado cita SCHOTT e CUNHA, nomes da literatura didática brasileira que não aparecem no Tachdjian, mas o conceito de "mudança de forma" é o mesmo.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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