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Questão de Côndilo lateral, epicôndilo medial e rádio proximal na criança (OrtoQuestões Simulados)

Ortopedia pediátricaCôndilo lateral, epicôndilo medial e rádio proximal na criançaOrtoQuestões Simulados

OrtoQuestões Simulados: elaborada a partir da bibliografia de referência e inspirada no padrão da prova. Não é questão oficial da prova nem foi elaborada, revisada ou endossada pela instituição organizadora.

Na manobra de ROBERTS para retirar o epicôndilo medial encarcerado na articulação, aplica-se ao cotovelo

  1. varo, com pronação e flexão do punho e dos dedos.
  2. valgo, com supinação e extensão do punho e dos dedos.
  3. valgo, com pronação e flexão do punho e dos dedos.
  4. varo, com supinação e extensão do punho e dos dedos.
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Gabarito: B · valgo, com supinação e extensão do punho e dos dedos.

Conceito-chave

O fragmento do epicôndilo medial pode acompanhar a luxação e ficar preso entre as superfícies articulares. A dor da luxação e a sobreposição óssea podem ocultá-lo. Por isso, depois de reduzir o cotovelo, é necessário procurar o núcleo na posição habitual e confirmar que a redução ficou concêntrica. Extensão bloqueada e ausência do epicôndilo no local esperado mantêm a suspeita de encarceramento.

A manobra de Roberts é uma tentativa de desimpactação fechada do fragmento. O resumo a descreve com valgo do cotovelo, supinação do antebraço e extensão do punho e dos dedos, nas primeiras 24 horas, com sucesso em cerca de 40% dos casos citados. O número mostra que a tentativa pode funcionar, mas não oferece garantia de retirada.

A combinação tem lógica anatômica: o valgo abre o lado medial e a extensão do punho e dos dedos tensiona a massa flexora ligada ao fragmento, buscando ajudá-lo a sair. A supinação completa a combinação descrita para Roberts. O próprio capítulo relata que a hiperextensão do punho e dos dedos pode tensionar os flexores no mecanismo de avulsão; aqui esse vínculo com o fragmento é usado na tentativa controlada de desimpactação.

Não confundir com a redução aberta. Na técnica operatória dos autores, o cotovelo é posicionado em varo para facilitar o acesso medial; o fragmento é reduzido com o cotovelo fletido e o antebraço pronado, tracionando a fáscia e a origem tendínea. Essas posições pertencem a outra etapa do tratamento e não mudam a descrição de Roberts.

Se o fragmento permanece preso, a tentativa fechada falhou e é necessária extração aberta com fixação. Leia no resumo os trechos de “Diagnóstico e encarceramento” e de “A técnica dos autores” lado a lado: a comparação explica por que varo/pronação podem aparecer corretamente em uma cirurgia e incorretamente nesta pergunta.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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