Na fratura da metáfise distal do rádio da criança, a deformidade residual com maior potencial de remodelação é a
- malrotação do fragmento distal.
- angulação no plano frontal, com desvio radial.
- angulação intra-articular com degrau de 3 mm.
- angulação no plano sagital, com ápice volar.
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Conceito-chave
Angulação sagital próxima da fise distal tem o maior potencial de remodelação entre as opções. O punho se move principalmente em flexão e extensão, e a correção é mais favorável quando a deformidade está no plano desse movimento e ainda existe crescimento suficiente.
O resumo organiza a decisão por três fatores: crescimento restante, distância da fise e relação com o plano de movimento. Uma criança pequena com deformidade extra-articular junto da fise tem situação diferente de um adolescente próximo da maturidade ou de uma fratura articular com degrau.
Angulação frontal remodela menos; malrotação não deve ser aceita com a expectativa de crescimento corretivo. Degrau articular também exige restaurar congruência, não esperar que o mecanismo usado para uma angulação extra-articular o resolva. Assim, “a criança remodela” é uma frase incompleta sem definir qual deformidade.
Quatro tipos de desvio pedem quatro raciocínios. Na angulação sagital, o crescimento próximo da fise pode reorientar o segmento no plano em que o punho se move. Na angulação frontal, a mesma tolerância não se aplica e a rotação do antebraço pode ser prejudicada. Na malrotação, o segmento está torcido em torno do eixo longitudinal; não é simplesmente um ângulo que a fise vai endireitar. No degrau articular, o problema é a descontinuidade entre superfícies que devem deslizar congruentes.
Por isso, uma radiografia que pareça ter “só alguns graus” não pode ser julgada sem identificar plano e localização. Um número aceitável numa metáfise distal de criança pequena não é automaticamente aceitável dentro da articulação ou perto da maturidade. O resumo reúne limites diferentes por idade e plano; eles não devem ser condensados em um teto único para toda fratura pediátrica.
Função não é igual a aparência. Perda de supinação pode ser difícil de compensar pelo ombro. Uma deformidade discreta no exame externo ainda pode roubar rotação, enquanto uma angulação distal inicialmente visível pode melhorar com crescimento. O seguimento precisa confrontar imagem e movimento, em vez de usar apenas o aspecto do punho.
Leia “Remodelação e o que se aceita”, na Biblioteca. Identifique plano, articulação e crescimento restante antes de aceitar um desvio residual.
Por que esta questão foi criada. A banca já cobrou a relação entre nível e remodelação. Este simulado distingue os tipos de deformidade, que mudam a segurança de observar em vez de corrigir.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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