Após redução fechada e gesso da fratura desviada da metáfise distal do rádio na criança, a perda radiográfica da redução ocorre em cerca de
- menos de 2% dos casos.
- cerca de 4% dos casos.
- 20% a 30% dos casos.
- 70% a 80% dos casos.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
A perda de redução radiográfica após redução fechada e gesso ocorre em cerca de 20% a 30% das fraturas desviadas do rádio distal infantil no resumo. Esse é o evento de o alinhamento piorar no seguimento, não a frequência de pseudartrose, parada fisária ou deformidade funcional definitiva.
Baioneta, desvio inicial completo, translação residual e gesso inadequado aumentam o risco. A fratura completa perde mais posição que a incompleta. Mesmo um gesso bem moldado não elimina o risco em padrões muito instáveis; por isso uma boa radiografia inicial não encerra o acompanhamento.
O controle semanal nas primeiras duas a três semanas permite reconhecer a mudança e decidir entre manter, corrigir o gesso, remanipular ou estabilizar, conforme padrão e idade. A ressalva fisária é importante: a janela e o risco de nova manipulação não são iguais aos de toda fratura metafisária.
Leia “Perda de redução e consolidação viciosa”, na Biblioteca. Diferencie redesvio, consolidação viciosa e resultado final depois da remodelação.
Por que esta questão foi criada. O TEOT já cobrou a complicação distal mais comum. Este simulado pede a frequência do evento que a precede, reforçando a importância prática dos retornos iniciais.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo