Na fratura em galho verde da diáfise do antebraço da criança com ápice dorsal, o mecanismo de trauma e a manobra de redução são, respectivamente,
- pronação e pronação.
- pronação e supinação.
- supinação e pronação.
- supinação e supinação.
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Conceito-chave
Ápice dorsal corresponde ao mecanismo de pronação, e a redução habitual é em supinação. O galho verde mantém continuidade parcial do osso; sua angulação pode resultar de torção, como um tubo que se dobra ao ser rodado. Corrigir só o ângulo visível pode deixar o componente rotacional sem tratamento.
O raciocínio tem duas etapas: identificar a força que produziu o padrão e desfazê-la. Para o ápice volar, os dois sentidos se invertem: mecanismo de supinação e redução em pronação. O atalho do resumo é rodar a palma em direção ao ápice para lembrar a manobra de redução.
A cortical preservada contribui para estabilidade. Os autores não completam de rotina o galho verde, embora existam escolas que defendam completar e a literatura tenha limitações. O objetivo é uma redução satisfatória e estável, não transformar obrigatoriamente uma fratura incompleta em completa.
Leia “A regra do ápice” e “Completar ou não completar”, na Biblioteca. Separe mecanismo, redução e manutenção da cortical ao construir o tratamento.
Por que esta questão foi criada. O TARO já cobrou tanto a força causadora quanto a posição de redução do galho verde. O simulado reúne as duas para testar se o aluno distingue causar a deformidade de corrigi-la.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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