A incidência radiográfica radiocapitelar é realizada com cotovelo fletido em
- 90°, antebraço pronado e ampola com inclinação caudal de 45°.
- 45°, antebraço pronado e ampola com inclinação cranial de 45°.
- 90°, antebraço em neutro e ampola com inclinação caudal de 45°.
- 45°, antebraço em neutro e ampola com inclinação cranial de 45°.
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Conceito-chave
A incidência radiocapitelar é uma projeção complementar para separar a cabeça do rádio e o capítulo de estruturas que se sobrepõem no perfil convencional. Ela ajuda a procurar fraturas sutis da cabeça radial e alterações osteocondrais do capítulo. O conceito é geométrico: inclinar o feixe em relação ao braço muda a projeção sem depender apenas da rotação do paciente.
O posicionamento clássico utiliza cotovelo fletido a 90° e antebraço em posição neutra, com inclinação aproximada de 45°. Contudo, há um problema de redação: o gabarito oficial escolhe C, que diz caudal, enquanto descrições publicadas da incidência de Greenspan referem angulação cranial, em direção ao ombro. Não é adequado ensinar que cranial e caudal são sinônimos. Entre as opções, C é a única que reúne a flexão e a posição neutra esperadas, mas a direção do feixe merece a ressalva registrada.
Na prática, o técnico deve seguir a descrição da projeção e seu posicionamento anatômico, não reproduzir uma palavra isolada de uma questão. AP e perfil continuam necessários; a incidência adicional responde a uma dificuldade específica de sobreposição.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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