O tratamento conservador da fratura de GALEAZZI consiste na redução e imobilização com gesso axilopalmar com antebraço em
- pronação e raramente necessita tratamento cirúrgico.
- supinação, e raramente necessita tratamento cirúrgico.
- pronação frequentemente necessita tratamento cirúrgico.
- supinação e frequentemente necessita tratamento cirúrgico.
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Conceito-chave
O Galeazzi pediátrico frequentemente começa com redução fechada e gesso, mas a rotação não é igual em todos os padrões. A banca escolheu supinação e cirurgia rara. O resumo concorda que o conservador é a primeira linha e acrescenta que o gesso deve manter a rotação de estabilidade obtida.
A associação pode ser uma fratura radial com luxação verdadeira da radioulnar distal ou um equivalente com fratura da fise ulnar. O perfil verdadeiro permite identificar a direção da ulna. No padrão de supinação, com rádio de ápice volar e ulna volar, a correção é em pronação; no de pronação, com ápice dorsal e ulna dorsal, é em supinação. Nome do mecanismo e movimento corretivo não são sinônimos.
| Padrão | Posição descrita para redução/manutenção |
|---|---|
| Ápice volar e ulna volar | Pronação |
| Ápice dorsal e ulna dorsal | Supinação |
O resumo descreve gesso axilopalmar por seis semanas após redução adequada e verificação dinâmica da radioulnar. Se a articulação não reduz, deve-se conferir o rádio e pesquisar interposição; se reduz e não se mantém, a estratégia de estabilização precisa ser revista. Adolescente com fratura completa e desviada pode se comportar como adulto e precisar de placa.
Leia “O Galeazzi da criança”, na Biblioteca. Separe população, direção da luxação e estabilidade antes de eleger uma rotação universal ou transportar a regra cirúrgica do adulto.
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