Na fratura do côndilo umeral da criança, a complicação relacionada à neuropatia tardia do ulnar é a
- pseudartrose.
- osteonecrose da tróclea.
- formação do esporão lateral.
- deformidade em rabo de peixe.
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Conceito-chave
A neuropatia ulnar tardia é classicamente relacionada ao valgo progressivo da pseudartrose condilar lateral. Quando o fragmento não une e migra para proximal e lateral, rádio e ulna acompanham a mudança de alinhamento. O valgo modifica o trajeto e aumenta a solicitação do ulnar. O déficit surge gradualmente, podendo aparecer anos ou décadas após a fratura; o capítulo descreve perda motora antes das alterações sensitivas.
Esporão lateral é outra sequela: uma proeminência metafisária comum após a fratura consolidada, capaz de produzir pseudovaro sem mudar o carregamento real. Rabo de peixe é um defeito articular central. Essas alterações não devem ser confundidas com a migração da pseudartrose. Há, contudo, ressalva: o resumo do capítulo 17 também descreve neuropatia ulnar tardia em crianças com osteonecrose troclear. A associação clássica sustenta A, sem autorizar dizer que B nunca ocorra.
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