O descolamento epifisário ocorre mais comumente
- nas falanges.
- no terço distal da tíbia.
- no terço distal do rádio.
- no terço distal do fíbula.
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Conceito-chave
A pergunta é sobre a localização mais comum de uma lesão fisária, e a resposta é o rádio distal. O resumo do capítulo de epidemiologia afirma esse ranking explicitamente. Não é necessário inferi-lo da frequência geral das fraturas do punho nem decorar porcentagens para cada um dos distratores (Rockwood e Wilkins, 10ª ed., cap. 1, “Fise e fratura exposta: frequência não acompanha risco”).
Há três perguntas próximas que precisam permanecer separadas: qual osso ou grupo de ossos mais fratura, qual segmento anatômico mais fratura e qual fise é mais atingida. Na tabela de ossos longos, rádio e ulna aparecem agrupados; ao separar os segmentos, o rádio distal lidera; ao considerar especificamente as lesões fisárias, o mesmo capítulo volta a apontar o rádio distal. As respostas coincidem aqui, mas uma tabela de todas as fraturas não prova automaticamente o ranking de uma categoria particular.
O resumo do rádio distal ajuda a visualizar a lesão: muitas fraturas fisárias desse segmento são Salter-Harris II, com a epífise acompanhada de um fragmento metafisário de Thurston-Holland. No padrão habitual, ambos se deslocam para dorsal. Já a fratura metafisária distal, também muito comum na criança, não deve ser contada como descolamento fisário apenas por ficar perto da placa de crescimento (resumo do cap. 8, “A fise distal do rádio: SALTER-HARRIS e THURSTON-HOLLAND”).
Frequência não é prognóstico. O capítulo de epidemiologia separa o rádio distal, frequente, das fises distais da tíbia e do fêmur, que concentram preocupação com parada de crescimento. Um local pode aparecer menos e ainda exigir acompanhamento cuidadoso. Do mesmo modo, um percentual de fechamento precoce entre crianças que já tiveram determinada lesão não é a proporção desse local entre todas as lesões fisárias.
A utilidade clínica do ranking é organizar a suspeita, sem excluir as outras localizações. Uma criança com dor em outra fise precisa ser examinada pelo seu caso; a estatística da prova não funciona como teste diagnóstico individual. A edição do resumo do capítulo 8 está catalogada como 9ª, com identificação provável informada pelo próprio texto.
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