Na fratura da extremidade distal do rádio na criança, SALTER-HARRIS tipo III, o mecanismo de trauma dá-se por
- rotação e avulsão ligamentar radiocarpalvolar.
- rotação e avulsão ligamentar radiocarpal dorsal.
- compressão e avulsão ligamentar radiocarpal volar.
- compressão e avulsão ligamentar radiocarpal dorsal.
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Conceito-chave
No Salter-Harris III do rádio distal, o resumo descreve compressão, cisalhamento ou avulsão da origem radial dos ligamentos radiocárpicos volares. Entre as combinações propostas, compressão com avulsão volar é a que corresponde a essa descrição.
Os ligamentos volares são estabilizadores importantes do radiocarpo. Uma força que os traciona pode arrancar sua origem radial e produzir uma lesão que alcança a articulação. O foco da questão é distinguir essa combinação de uma regra de rotação do galho verde: supinação/pronação explicam determinados ápices metafisários, mas não devem ser usadas como explicação única para todo padrão fisário.
O tipo III é raro em comparação ao tipo II do rádio distal. Quando há desvio articular, a prioridade passa a incluir congruência da superfície, e não apenas remodelação de angulação extra-articular. O capítulo descreve necessidade de redução anatômica nas fraturas articulares desviadas e possibilidade de TC ou RM para definir o padrão.
Leia “A fise distal do rádio” e a anatomia dos ligamentos radiocárpicos, na Biblioteca. Associe o lado do ligamento, seu ponto de avulsão e o comprometimento articular.
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