Na fratura do terço distal do fêmur na criança a lesão associada mais comum é a
- fratura da pelve.
- síndrome compartimental.
- fratura da coluna vertebral.
- lesão ligamentar do joelho.
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Conceito-chave
A fratura distal do fêmur na criança não termina no problema ósseo. A lesão ligamentar do joelho é a lesão musculoesquelética associada mais comum descrita pelo capítulo, e pode permanecer escondida enquanto a fratura está dolorosa e instável (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 26, As lesões que vêm junto).
Isso tem relação com o mecanismo. Forças em varo ou valgo, frequentemente combinadas à torção, atingem o joelho imaturo e podem lesar a fise e as estruturas de estabilidade. O cruzado anterior é o mais rompido, sobretudo no tipo III do côndilo medial, mas colaterais, cruzado posterior e meniscos também precisam ser considerados conforme o caso.
O exame ligamentar costuma ganhar confiabilidade quando a fratura está estável ou consolidada. O aparecimento de instabilidade durante a reabilitação não significa necessariamente uma lesão nova: pode ser a primeira oportunidade de reconhecer o dano do trauma inicial. O resumo recomenda reavaliar os ligamentos e usar ressonância quando houver dúvida.
Fraturas da pelve ou coluna devem ser procuradas no trauma de alta energia, e síndrome compartimental exige vigilância por sua gravidade. Ser grave ou precisar ser ativamente excluído não significa ser a associação mais frequente. A pergunta pede frequência, e a resposta é ligamentar do joelho.
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