Na fratura supracondiliana do úmero em extensão, o desvio mais comum do fragmento distal é
- anterior e lateral.
- anterior e medial.
- posterior e lateral.
- posterior e medial.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
Na supracondiliana em extensão, o fragmento distal vai para trás. A criança cai com o braço estendido, o olécrano atua como fulcro e o osso cede anteriormente entre as fossas do úmero distal. O segmento proximal avança para anterior e pode ameaçar as partes moles, enquanto o distal permanece posterior.
No plano coronal, o deslocamento mais comum é medial, descrito em cerca de 75% das séries citadas. Assim, o padrão habitual é posteromedial. A direção também prevê o lado da espícula proximal, que sai no sentido oposto: lateral no desvio distal medial, ameaçando o radial; medial no desvio distal lateral, ameaçando mediano e artéria braquial. Uma resposta sobre o fragmento distal não deve ser invertida por lembrar a posição do proximal.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo