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Questão de Fraturas do fêmur e da perna na criança (TARO 2022)

Ortopedia pediátricaFraturas do fêmur e da perna na criançaTARO 2022

Na fratura diafisária do fêmur na criança com menos de 6 meses, a opção preferencial de tratamento é

  1. a tração cutânea.
  2. a tala inguinopodálica.
  3. o gesso pelvicopodálico.
  4. o suspensório de PAVLIK.
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Gabarito: D · o suspensório de PAVLIK.

Conceito-chave

Para um lactente com menos de seis meses, o suspensório de Pavlik permite tratar a fratura diafisária do fêmur sem transformar a imobilização mais rígida na primeira escolha. O periósteo espesso contribui para a estabilidade; nas fraturas proximais ou médias, o suspensório mantém flexão e abdução moderadas para alinhar o segmento distal ao proximal (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 25, O tratamento pela idade).

A posição tem uma razão mecânica. Nas fraturas altas, o fragmento proximal tende à flexão, abdução e rotação lateral pelas forças musculares. Aproximar o distal dessa posição ajuda a manter o alinhamento, em vez de tentar endireitar todo o membro à força.

Pavlik não dispensa avaliar o contexto: antes da marcha, a história do trauma precisa ser examinada e devem ser afastados maus-tratos e doenças de base. Também não é uma solução universal para qualquer desvio. O resumo admite tala simples e reserva redução com gesso para situações como encurtamento de 1 a 2 cm ou angulação acima de 30 graus. Na comparação citada, o Pavlik teve mais dor, mas menos problemas de pele que o gesso imediato. A escolha não se resume a qual método parece mais confortável no primeiro momento.

A idade muda a primeira opção. O gesso imediato ganha protagonismo depois dos seis meses; tração e gesso são raros no lactente. A pergunta pede a opção preferencial nessa idade, não o único tratamento possível.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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