As fraturas da tuberosidade da tíbia classificadas como tipo III por WATSON-JONES correspondem a uma fratura SALTER-HARRIS tipo
- I.
- II.
- III.
- IV.
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Conceito-chave
A correspondência pode ser entendida pelo trajeto do traço, sem decorar apenas dois nomes. No tipo III de Watson-Jones, descrito na classificação da tuberosidade, o traço envolve apófise e epífise e alcança a articulação. Na classificação de Salter-Harris, o padrão III é o que percorre a fise e sai pela epífise até a superfície articular, sem o componente metafisário que caracteriza o IV (Rockwood crianças, 10ª ed., caps. 27, A classificação de OGDEN modificada, e 26, Os tipos de SALTER-HARRIS).
Watson-Jones descreveu os três tipos iniciais da avulsão da tuberosidade; Ogden acrescentou subtipos de desvio e cominuição, e outras modificações ampliaram a classificação. A comparação pedida não transforma toda numeração das versões posteriores em uma correspondência automática com Salter-Harris. Aqui, a extensão intra-articular do tipo III é a característica que permite relacionar os padrões.
A consequência prática é avaliar a articulação e as lesões internas do joelho, não apenas a fixação da inserção do aparelho extensor. Um traço que alcança a superfície articular pede atenção à congruência; o resumo descreve redução aberta para o tipo III desviado da tuberosidade.
Para resolver as alternativas, acompanhe os segmentos: só fise é I; fise com saída metafisária é II; fise com saída epifisária articular é III; metáfise, fise e epífise compõem IV. O caso não acrescenta um componente metafisário ao padrão da tuberosidade descrito.
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