O menisco discoide lateral pode estar associado à
- cabeça alta da fíbula.
- diminuição do espaço interarticular.
- hiperplasia da espinha tibial lateral.
- hiperplasia do côndilo femoral lateral.
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Conceito-chave
O menisco discoide lateral. É uma variação anatômica em que o menisco lateral tem forma de disco, mais largo e espesso, cobrindo parte ou todo o platô tibial lateral. Muitas vezes é assintomático; quando sintomático, a criança tem o joelho que estala (ressalto na extensão), bloqueio, dor ou derrame.
Os sinais indiretos na radiografia. Como o menisco espesso ocupa mais espaço entre os ossos desde a infância, o fêmur e a tíbia se adaptam a ele durante o crescimento. A radiografia simples pode sugerir o diagnóstico antes da ressonância:
| Sinal | Explicação |
|---|---|
| Espaço articular lateral alargado | O menisco grosso afasta o fêmur da tíbia |
| Côndilo femoral lateral achatado, de aspecto quadrado (hipoplásico) | Menor contato com a cartilagem curva |
| Planalto tibial lateral côncavo (em taça) | Adaptação ao disco |
| Espinha tibial lateral hipoplásica (pequena) | O disco ocupa a região |
| Cabeça da fíbula alta | Associação descrita com o menisco discoide |
O diagnóstico definitivo. A ressonância mostra o menisco contínuo (com aspecto de "gravata-borboleta") em três ou mais cortes sagitais consecutivos de 4 a 5 mm, e a largura do menisco no corte coronal maior que 15 mm ou que 20% da largura do platô.
A classificação de Watanabe. I completo, II incompleto (ambos estáveis) e III Wrisberg (sem fixação meniscotibial posterior, instável).
Tratamento. Assintomático: observação. Sintomático: saucerização artroscópica, deixando uma borda de 6 a 8 mm, com sutura periférica quando instável. A meniscectomia total é evitada pelo risco de artrose lateral.
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