Na classificação de DIMEGLIO para o pé torto congênito, a presença de prega medial recebe
- 1 ponto.
- 2 pontos.
- 3 pontos.
- 4 pontos.
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Conceito-chave
Para que serve classificar o pé torto. As classificações quantificam a gravidade inicial e permitem acompanhar a correção gesso a gesso, ajudando a prever quantos gessos e se será preciso tenotomia. As duas mais usadas são a de Dimeglio e a de Pirani.
A classificação de Dimeglio. É uma escala de 0 a 20 pontos, com duas partes.
1. Quatro parâmetros de redutibilidade, cada um de 0 a 4 pontos, conforme o ângulo que não se corrige com a manipulação:
- Equino (plano sagital).
- Varo do retropé (plano frontal).
- Desrotação do bloco calcaneopédico em torno do tálus (plano horizontal).
- Adução do antepé em relação ao retropé (plano horizontal).
2. Quatro sinais adicionais, cada um valendo 1 ponto:
- Prega posterior (acima do calcanhar).
- Prega medial (no mediopé).
- Cavo.
- Má condição muscular (hipertonia ou hipotrofia).
Os graus de gravidade.
| Grau | Pontos | Gravidade |
|---|---|---|
| I | Menos de 5 | Benigno: pé postural, quase redutível |
| II | 5 a 9 | Moderado: redutível, parcialmente resistente |
| III | 10 a 14 | Grave: resistente, parcialmente redutível |
| IV | 15 a 20 | Muito grave: pseudoartrogripótico, irredutível |
A classificação de Pirani, para comparação. Avalia seis sinais clínicos, cada um com 0, 0,5 ou 1 ponto, num total de 0 a 6.
- Mediopé: borda lateral curva, prega medial, cabeça do tálus palpável lateralmente.
- Retropé: prega posterior, calcanhar vazio, equino rígido.
Um escore de retropé alto com o mediopé corrigido sugere necessidade de tenotomia.
O que as pregas significam.
- A prega medial profunda indica um mediopé rígido e um cavo acentuado.
- A prega posterior profunda indica um equino rígido.
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