Na criança com doença de BLOUNT, o estágio de LANGENSKIÖLD representado na imagem a seguir é o Philadelphia: Lippincott Williams & Wilkins, 2021.

- III.
- IV.
- V.
- VI.
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Conceito-chave
A imagem. O desenho mostra a extremidade proximal da tíbia com a epífise medial inclinada e desviada para baixo, e a fise interrompida no lado medial: ali, a epífise está unida diretamente à metáfise por osso. É a ponte óssea do estágio VI de Langenskiöld.
A doença de Blount. É a tíbia vara por distúrbio de crescimento da porção posteromedial da fise proximal da tíbia. A carga excessiva sobre o compartimento medial (em crianças obesas que andam cedo, com varo fisiológico persistente) comprime e inibe o crescimento da fise medial, enquanto a lateral continua crescendo. O resultado é um varo progressivo com angulação aguda logo abaixo do joelho, rotação interna da tíbia e, às vezes, recurvato.
| Forma | Idade | Perfil |
|---|---|---|
| Infantil | Antes dos 4 anos | Obesa, marcha precoce, frequentemente bilateral, deformidade intensa |
| Juvenil e do adolescente | Após 4 e após 10 anos | Obeso, geralmente unilateral, varo menor |
O ângulo metáfise-diafisário de Drennan ajuda a separar Blount do varo fisiológico na criança pequena: acima de 16° sugere Blount; abaixo de 11°, varo fisiológico.
A classificação de Langenskiöld descreve seis estágios radiográficos progressivos da forma infantil.
| Estágio | Achado |
|---|---|
| I | Irregularidade metafisária medial com bico |
| II | Depressão em degrau na metáfise medial |
| III | Degrau mais profundo, metáfise fragmentada |
| IV | A epífise desce e preenche a depressão metafisária medial |
| V | Placa epifisária dupla: uma fenda separa a parte medial da epífise |
| VI | Ponte óssea entre a epífise e a metáfise medial (fechamento fisário medial) |
Por que o estágio importa. Até o estágio III ou IV, a fise medial ainda pode crescer: órtese (antes dos 3 anos) ou osteotomia valgizante precoce, idealmente antes dos 4 anos, podem resolver. Nos estágios V e VI, há lesão fisária estabelecida, e o tratamento inclui ressecção da ponte óssea, elevação do platô medial e epifisiodese lateral, além da osteotomia.
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