Na epifisiólise proximal do fêmur, o ângulo demonstrado na imagem a seguir é o de

- KLEIN.
- DREHMANN.
- SOUTHWICK.
- TRETHOWAN.
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Conceito-chave
A avaliação radiográfica da epifisiólise proximal do fêmur (EPF). A radiografia em AP e em perfil (rã ou Lauenstein; nos instáveis, perfil cirúrgico) é a base do diagnóstico. O perfil é mais sensível, porque a epífise desliza sobretudo para posterior.
Os sinais e as medidas.
| Sinal ou medida | O que mostra |
|---|---|
| Linha de Klein (no AP) | Tangente à borda superior do colo: normalmente corta a epífise; na EPF, a epífise fica abaixo dela (sinal de Trethowan) |
| Sinal de Steel (no AP) | Crescente de densidade dupla na metáfise, onde o colo se sobrepõe à epífise |
| Ângulo de Southwick (no perfil) | Ângulo epifisário-diafisário: grau do deslizamento |
| Sinal de Drehmann (clínico) | Rotação externa obrigatória do quadril ao fletir |
O ângulo de Southwick. No perfil em rã, traça-se a linha da base da epífise (unindo as bordas da fise) e a sua perpendicular; depois, o eixo da diáfise femoral. O ângulo entre a perpendicular e o eixo é o ângulo epifisário-diafisário. O valor do lado doente é subtraído do lado normal (que tem cerca de 10° a 12° de inclinação posterior). Se os dois lados estão acometidos, usa-se 12° como referência.
- Leve: menor que 30°;
- Moderado: 30° a 50°;
- Grave: maior que 50°.
A imagem. A figura mostra os dois quadris em rã: à esquerda, o quadril normal, com cerca de 10° entre a perpendicular à base da epífise e o eixo da diáfise; à direita, o quadril com EPF, com cerca de 60°: um deslizamento grave. É exatamente a medida de Southwick.
Para que serve. Gradua o deslizamento, orienta o prognóstico de impacto femoroacetabular e artrose e o planejamento de osteotomias. A estabilidade (Loder), porém, continua sendo o principal fator prognóstico para a necrose.
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