Na avaliação da discrepância dos membros inferiores, a fise responsável pela maior parte do crescimento do membro é a
- da tíbia distal.
- do fêmur distal.
- da tíbia proximal.
- do fêmur proximal.
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Conceito-chave
O crescimento longitudinal do membro inferior se distribui por várias fises. A fise distal do fêmur é a que dá a maior contribuição individual: cerca de 70% do crescimento do fêmur e 37% do crescimento do membro inferior, com ritmo aproximado de 9 a 10 mm por ano na descrição do resumo (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 26, Ossification and Growth).
Os denominadores são diferentes. Setenta por cento se refere apenas ao fêmur; 37% se refere ao membro inteiro. “A maior parte”, no sentido da pergunta, significa a maior participação entre as fises oferecidas, e não que uma única fise produza mais da metade de todo o crescimento da perna.
Essa contribuição explica por que uma parada nessa região preocupa tanto. Se a fise para por completo, perde-se comprimento; se parte dela continua crescendo e outra para, surge também deformidade angular. A consequência depende de quanto crescimento ainda resta, não apenas da aparência inicial da fratura.
A tíbia proximal também é uma região importante, mas seu ritmo médio descrito no capítulo 27 é de cerca de 6 mm por ano, abaixo dos 9 a 10 mm do fêmur distal. Essas médias gerais não devem ser confundidas com uma prescrição de momento de epifisiodese sem avaliação do crescimento restante.
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