Um suprimento principal do corpo do tálus é a artéria e seu tronco de origem, respectivamente
- do seio do tarso e dorsal do pé.
- do canal do tarso e dorsal do pé.
- do seio do tarso e tibial posterior.
- do canal do tarso e tibial posterior.
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Conceito-chave
A pergunta junta duas informações que precisam permanecer associadas: artéria do canal do tarso e tibial posterior. Trocar apenas o vaso ou apenas sua origem já desmonta a resposta. A alternativa D mantém o par correto.
O tálus tem grande parte da superfície coberta por cartilagem, com poucas áreas disponíveis para entrada de vasos. A artéria do canal do tarso, ramo da tibial posterior, passa a integrar uma alça com a artéria do seio do tarso e é uma fonte importante para o corpo, incluindo os dois terços laterais. O ramo deltoide, também da tibial posterior, contribui para a parte medial; os ramos da dorsal do pé chegam sobretudo à face dorsal do colo e da cabeça (Rockwood, 10ª ed., cap. 66, “As portas de entrada do sangue”).
Isso explica por que corpo, colo e cabeça não devem ser usados como territórios intercambiáveis. Na fratura desviada do colo, o corpo pode perder conexões vasculares; se o deltoide ainda o prende, o ramo que passa pelo ligamento pode ser uma fonte remanescente importante. Preservar essa ligação pode ser decisivo no acesso e na redução.
A alça anastomótica não apaga a identidade de seus componentes. “Canal” e “seio” participam de uma rede, mas a origem nominal cobrada para a artéria do canal continua sendo a tibial posterior. A questão não exige uma porcentagem exata de necrose nem permite concluir que todo desvio necessariamente produza necrose.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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