Ainda segundo Ponseti, a correção do equino exige:
- A zetaplastia e a colocação de gesso inguinopodálico por 3 meses em 90% dos casos
- A dorsiflexão passiva do pé e a colocação de gesso inguino podálico por 3 semanas em 90% dos casos
- A zetaplastia e a colocação de gesso inguinopodálico por 3 semanas em 90% dos casos
- A tenotomia percutânea do tendão calcâneo e a colocação de gesso inguinopodálico por 3 semanas em 90% dos casos.
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Conceito-chave
Correção do equino no método de Ponseti. O equino é a última deformidade a ser corrigida, depois do cavo, do aduto e do varo. Tentar corrigi-lo antes leva ao pé em mata-borrão, porque a dorsiflexão forçada "quebra" o mediopé enquanto o calcâneo continua preso em equino.
Quando está pronto. Quando o pé atinge cerca de 60 a 70 graus de abdução em relação à perna e o calcâneo saiu do varo, avalia-se a dorsiflexão. Se ela não passa de cerca de 15 graus (o que ocorre em cerca de 80% a 90% dos pés), indica-se a tenotomia percutânea do tendão calcâneo.
Técnica da tenotomia.
- Ambulatorial ou em centro cirúrgico, com anestesia local ou sedação leve.
- Lâmina fina inserida pela face medial, cerca de 1 a 1,5 cm acima da inserção no calcâneo, seccionando o tendão por completo (sente-se um estalo e a dorsiflexão aumenta de imediato, em geral em 15 a 20 graus).
- Gesso inguinopodálico (coxa ao pé), com joelho em flexão de cerca de 90 graus, pé em abdução de 60 a 70 graus e dorsiflexão máxima, por 3 semanas.
- O tendão se regenera em comprimento maior nesse período.
Depois. Início imediato da órtese de abdução (Denis Browne).
Por que não zetaplastia. O alongamento aberto em Z é uma cirurgia maior, com cicatriz e risco de fraqueza; a tenotomia percutânea, menos invasiva, regenera o tendão com bons resultados e faz parte do método.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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