O teste de PILLINGS, ou teste de compressão lateral da perna, avalia
- o ligamento deltoide.
- o ligamento fibulocalcaneano.
- o ligamento fibulotalar anterior.
- a sindesmose tibiofibular distal.
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Conceito-chave
A sindesmose tibiofibular distal é a união fibrosa entre a tíbia e a fíbula logo acima do tornozelo. Ela mantém os dois ossos juntos e forma o encaixe (a pinça) onde o tálus se move. Sua lesão é chamada de entorse alta do tornozelo. Costuma ocorrer por rotação externa do pé, por exemplo em esportes de contato, e a recuperação é muito mais lenta que a da entorse lateral comum.
O teste de Pillings, também chamado teste de compressão (squeeze test), é um dos testes para essa lesão.
Como se faz: o examinador segura a perna com as duas mãos e aperta a tíbia contra a fíbula no meio da perna, longe do tornozelo.
Quando é positivo: quando a compressão provoca dor no tornozelo, na região da sindesmose. A explicação é que, ao aproximar os ossos no meio da perna, eles se afastam embaixo, tensionando a sindesmose lesada. Dor apenas no ponto apertado não conta como teste positivo, e esse é o erro de interpretação mais comum.
Outros testes para a sindesmose incluem o teste de rotação externa (girar o pé para fora com o joelho dobrado), considerado o mais sensível, e a palpação da frente da sindesmose.
Cada ligamento do tornozelo tem o seu teste:
talofibular anterior: gaveta anterior;
calcaneofibular: inclinação talar, forçando o calcanhar em varo;
deltoide (lado de dentro): estresse em eversão e rotação externa, com dor medial.
Quando a sindesmose está instável e os ossos se afastam, é preciso fixá-la com parafuso ou com um dispositivo de sutura.
Na prova: o teste de Pillings avalia a sindesmose tibiofibular distal.
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