Na lesão osteocondral do tálus, o tratamento depende de uma variedade de fatores, incluindo
- sexo.
- genética.
- tamanho da lesão.
- índice de massa corpórea.
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Conceito-chave
A lesão osteocondral do tálus é uma lesão da cartilagem e do osso logo abaixo dela, na parte de cima do tálus. O tratamento depende de vários fatores ligados à própria lesão:
O tamanho é o fator isolado mais importante. Lesões pequenas costumam responder bem a técnicas simples; lesões grandes precisam de técnicas mais complexas.
A profundidade e a presença de cistos embaixo da lesão.
A estabilidade do fragmento: na ressonância, líquido entre o fragmento e o osso embaixo indica que ele está solto.
O tempo de evolução, a localização (lesões na borda do tálus, o "ombro", têm pior resultado) e a falha de tratamentos anteriores.
Com base nisso, o tratamento segue uma lógica:
Lesões estáveis e com poucos sintomas: tratamento sem cirurgia por alguns meses.
Lesões pequenas com sintomas: limpeza e microfraturas (pequenos furos no osso que provocam a formação de um tecido de reparo).
Fragmento grande e com osso viável: fixação do fragmento.
Lesões grandes, com cistos ou que falharam após microfratura: enxerto de osso com cartilagem retirado do joelho do próprio paciente, enxerto de doador ou técnicas de cultura de células de cartilagem.
Sexo, genética e peso do paciente não são os fatores que definem a técnica.
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