No estágio II da insuficiência do tendão do tibial posterior, classificada por JOHNSON e STROM, encontramos no exame físico
- valgo evidente do retropé.
- manutenção da capacidade de apoio monopodal.
- compensação para inversão do pé utilizando o tibial anterior.
- enfraquecimento leve do tibial posterior aos testes manuais.
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Conceito-chave
Na insuficiência do tendão tibial posterior, a classificação de Johnson e Strom separa os estágios pelo estado do tendão e pela flexibilidade do pé.
No estágio II, o tendão já está insuficiente (alongado ou rompido) e não consegue mais fazer seu trabalho, mas o pé plano ainda é flexível: o calcanhar em valgo pode ser corrigido com a mão.
O exame mostra:
O paciente não consegue ficar na ponta de um pé só, ou consegue sem que o calcanhar vire para dentro.
O sinal dos "muitos dedos" é positivo.
O valgo do calcanhar está presente, mas corrige com a mão.
Quando o examinador pede ao paciente para virar o pé para dentro contra resistência, ele usa o tibial anterior para compensar. Isso denuncia que o tibial posterior já não funciona.
Para testar o tibial posterior de forma isolada, o pé deve começar apontado para baixo e virado para fora. Nessa posição, o tibial anterior não consegue ajudar, e a fraqueza do tibial posterior aparece.
Comparando com os outros estágios: no estágio I, o tendão está inflamado, mas a força está quase normal e o paciente ainda consegue ficar na ponta de um pé, com dor. No estágio III, o valgo é rígido. No estágio IV, além disso, o tornozelo também se inclina para fora.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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